Nasci como a brisa...

 

Beleza... O canalha viajou. Vou deitar e rolar.

Aqui ó!

Vai te cata Perozzito!

Só porque vou me ausentar por duas semanas já está baixando o nível? Seu malaco!

Algumas recomendações durante minha ausência:

1) Perozzi está proibido de falar do seus casos com putas;

2) Perozzi está proibido de falar de seus casos com meninas de família;

3) Perozzi está proibido de falar de seus casos com mulheres que ele não consegue definir se eram putas ou de família ou as duas coisas ou nenhuma;

4) Perozzi está proibido de falar de seus casos com qualquer mulher que não se enquadre nos categorias acima;

5) Perozzi está proibido de falar do festival da tainha ou de qualquer outro peixe de água salgada;

6)Perozzi está proibido de falar de bares de chorinho que não tenham banheiro limpo, sobra algum?;

7) Perozzi está proibido de falar da infância, da adolescência, da fase adulta, da fase do lobo, da terceira idade, das horas extras entre os desse mundo;

8) Perozzi está proibido de falar de assuntos de política, exceto das eleições municipais;

9) Perozzi está probido de falar de livros e de música;

10) Sassa, o liberal, autoriza Perozzi a falar de tudo o mais, incluindo o candidato Luciano Bivar.

Vou dormir que amanhã acordo as 4h30 da matina.

Adios Perozzito, hasta la vitoria siempre, que der.

Sassaroli faz senhora (que ainda dá um caldo) gozar...

 

...da cara dele.

Roberto Carlos faz senhora gozar

 

É plágio do blog da Criss. Mas é perfeito, né, não, Sassa?

Aurora da minha vida

 

Falei lá no blog do Zeno que minha biblioteca está organizada pelo sistema (onde está?) Wally de catalogação. Wally vai, Wally vem, acabei me lembrando de uma das maiores paixões de minha infância. Em segundo, o Manda-Chuva. Em terceiro, Maguila, o Gorila. Em quarto, Muttley (o cachorrinho do Dick Vigarista).  Só depois vinha a Pantera Cor-de-Rosa.

Don Diego de la Vega

 

Descobri a identidade secreta do Zeno, Sassaroli. E você também conhece. Se sobreviver à poeira colombiana, tomaremos um pileque os três. Ou os quatro, se o conde Lelo Mascetti resolver passar uns dias em Pindorama. Depois te conto.

Sassa em Missão

Sassa disfarçado em missão pelo caribe.

 

 

E los hermanos insanos se apavoram

Gravidez Indesejada

Saudades da Turma.

 

 

Este seu post me lembrou aquela passagem do Quinteto em que o conde Mascetti leva a filha grávida para o Prof. Sassarolli fazer um aborto, mas pede a ele que não conte para os amigos. Aí, ele chamou todos os amigos para serem testemunhas na clínica. Escancarou tudo. Já você fez voluntariamente.

 

Eu me divirto com este blog.

 

Ah, mais que honrados, recebemos a visita do Zeno. É Cris continua firme. Grande lombo, segundo o Pinto.

 

Uma puta Lavadeira

Lava roupa todo dia...

 

 

Perozzi, sumi deste blog de tanto dar risada. Já li este seu post umas 10 vezes e a cada leitura dou mais risada. O que mais adoro nisso é saber que eu o conheço bem, sei quais cascas de banana jogar e quando você vai cair certinho.

 

Quando, de passagem, falei de sua iniciação sexual, sabia que você ia voltar ao passado, ficar tocado, contar tudinho e tomar um pileque para encerrar. É claro que o mais fácil de advinhar é o pileque, pois é diário.

 

Procurar puta ao meio-dia é demais, o risco de acabar dormindo com a faxineira do puteiro é grande. Não deu outra, você comeu a lavadeira do bordel: “uma quarentona... estendia um lençol no varal de arame.”

 

A mulher estava tão seca por uma trepada quanto você, nem cobrou.

 

Perozzi, sinto muito lhe dizer isso, pois sei que você é contra essas coisas e respeita o próximo, mas aquele foi o primeiro corno que você colocou. A mulher era casada, lavadeira, mal amada. Parabéns, foi sua primeira performance de Ricardão.

 

Mas, fique tranquilo, você já fez coisa bem pior. Votou no Lula em 2002 e vai votar em 2006. Isso sim é que dá vergonha.

 

Ok, vamos levantar o nível. Mas é uma pena, pois ia contar a história do dia em que levei uma puta num almoço com o então candidato a governador de São Paulo, ele mesmo, o Lula. PQP, lá se vão 24 anos e a putaria só aumentou desde então.

 

Ah, sexta-feira embarco rumo a Centro América. Vou visitar o Lelo Mascetti, aquele grande viado que nunca contribuiu com o blog do quinteto. Mas amigos são sempre perdoados, certo?

 

Vou tentar escrever de lá, veremos.

 

Adios, amigo.

 

Sassaroli, vamos elevar o nível. Esse meu último post foi do peru. Inaugurei o estilo erótico-piegas. Meu Pé de Laranja-Lima ilustrado pelo Carlos Zéfiro.

Aliás, por falar nisso, você leu Meu Pé de Laranja-Lima? Fale a verdade, canalha. Aposto que leu duas vezes, e ainda por cima embarcou, depois, em Rosinha Minha Canoa.

Confissões de adolescente

 

 

Foi aos 16, velho Sassa. Com uma puta, na Vila Barão, em Sorocaba. Eu tinha medo de ir até lá à noite, pois havia uma série de lendas intimidadoras assombrando o local. Então, fui ao meio-dia. A zona de Sorocaba era uma rua, com várias casinhas simples e iguais, pintadas cada uma de uma cor. O ônibus não entrava. O ponto final ficava cem metros antes, na porteira de um sítio.

Fui o único a descer ali. O que é que alguém estaria fazendo ali, na zona, ao meio-dia? Quase morri de vergonha.

Eu não tinha muita certeza a respeito do ângulo de incidência. Poses ginecológicas, não havia, nem mesmo nas revistas importadas, e eu me perguntava se as ilustrações do Zéfiro seriam tão confiáveis quanto haviam sido, até ali, eficientes.

Lembro-me do Dólar Furado, onde diziam que morria um homem por noite. Mesmo fechado, à luz do dia, dava medo.

A maioria das moças estava dormindo. Uma delas, quarentona, dessas que dão um excelente caldo, estendia um lençol no varal de arame.

Não me lembro se eu disse "oi". Não me lembro de nada. Quando vi, estava no quartinho, ouvindo o clássico "tira a roupa, que eu já volto".

Voltou com a igualmente clássica toalha enrolada no corpo. "E agora?"

Pinto com medo não sobe, né? Se escondendo da fera, atrás da moita de pentelhos.

Ela riu, falou algo equivalente a "menino", alisou meu cabelo, beijou meu peito e começou a fazer uma chupeta com toda a calma deste mundo. Quando eu vi, ela estava me cavalgando. Nunca pensei que mulheres ficassem tão alteradas na cama. As do Zéfiro eram imóveis, muito sóbrias, dando gritinhos discretos num baloon. Aquela, não. Foi virando cada vez mais bicho.

Io non credeva che quella roba fossi così buona, professore. Era quinhentas vezes melhor do que a melhor coisa que eu já havia imaginado em minha cama.

Voltei de ônibus, zonzo. Quase em casa, o primeiro susto: "eu não paguei". E, logo em seguida, o segundo: foi ela que não cobrou.

Não achei cara para voltar no dia seguinte, nem no mês seguinte, não sei bem por quê. Quando voltei, ela já não estava mais lá. Tentei com outra, e paguei sem conseguir fazer nada. Falharia mais três ou quatro vezes, até perceber que eu achava aquela situação toda muito estranha.

A Solange, a Maria Cristina, a Geny, a Luzia, a Romilda, a Ruth, a Letícia, a Rô, por quem eu me masturbava tanto na adolescência, hoje são nomes, Sassa. Não consigo me lembrar exatamente do rosto delas. Lembro que uma tinha o cabelo assim, outra tinha a boca assado, outra usava um vestido mais curto que todas as outras meninas do colégio. Os rostos são imagens que quase se formam, quando eu forço a memória, mas logo se desfazem.

Dessa puta, eu nunca soube o nome. Mas, do rosto, eu nunca vou me esquecer. Até hoje me excita. Mulher gozando é bonito, né?

E não tire sarro, seu canalha. Na adolescência, você deve ter sido ainda mais panaca do que eu. Caipira do interior.  rs... Baita de um coió, isso, sim.

Sou brasa, mora?

Influência Intelectual de Perozzi

 

 

Perozzi, como você sabe, não sou muito chegado ao popularesco, com exceção de um perfume Armani e do DNA do Ratinho. Daí que não tenho a menor idéia do que você está falando sobre esta senhora e seu orgasmo televisivo.

 

Onde você ouviu falar disso, no Gugu, Faustão, Nelson Rubens, Leão Lobo, Silvia Popovic, Sônia Abrahão ou no barbeiro hoje de manhã?

 

Caralho, uma mulher gozar pela primeira vez aos 45 anos ouvindo Roberto Carlos é mais que comovente, só pode ser praga de alguma amiga invejosa, vai ser zicada na casa do chapeú. Demora décadas para descobrir o gozo e vai descobrir com o Roberto Carlos! Antes fosse com o ‘Wando Sabonete de Banheira’ o ‘Reginaldo Rossi Rossi até que ela se molhou’, mas Roberto Carlos!

 

Que música que ela estava ouvindo quando gozou? Olha, tô achando que essa mulher é uma carola reprimida e deve ter gozado ouvindo RC cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui”.

 

Como assim, as crianças têm que ouvir? Seu pervertido, criança tem que ouvir e ver Discovery Kids. Só. Aos 16 podem saber o que é isso. Desse jeito vamos ter aulas de iniciação sexual no prézinho! Se aparece uma mocréia gozando em horário impróprio tem mais é que punir mesmo. Você sabe o que ter um filho de 7 anos perguntando: pai, o que é isso que ela está fazendo? Ah, fica frio, filho, ela está tendo um orgasmo múltiplo ouvindo “Sou taxista, tô na rua, tô na pista”. Liga não vi isso no circo Orlando Orfei quando era pequeno e estou aqui firme e forte.

 

Como assim se tivesse ouvido aos 14 anos teria sido uma descoberta? Puts, com que idade foi sua inciação sexual? Lá pelos 16? Tardia, hein!

Ops, é mais difícil do que papai me disse!

O côncavo e o convexo

 

 

Porra... Só se fala dessa senhora que gozou ouvindo a música do Roberto Carlos. Todo mundo metendo a ripa. Que a televisão não pode mostrar essas coisas, que as crianças não podem ouvir, que é uma indecência. Não sei por quê. Achei tão comovente. De verdade. Ela tinha 45 anos, Sassa. Nunca tinha gozado.

Por que é que as crianças não podem ouvir?

Se eu tivesse ouvido aos doze, treze anos, teria sido uma descoberta.

Gente estúpida...

Chic no úrtimo

 

Domingo que vem, estarei de volta à praia do Boqueirão. Você, a digníssima e o pimpolho estão convidados. O Festival da Tainha vai até o final do mês.

Meu inconsciente é brega, Sassaroli. Não tem jeito. Vem de berço. Todo ano, passávamos uma semana na casa de praia da minha tia, em Mongaguá, num bairro chamado Balneário das Sereias. Depois de duas ou três cervejas, minha tia ficava mamada e fazia o número que todos esperavam: se agachava, arrepanhava a saia e punha um ovo, que meu tio Arthur recolhia numa cestinha. Minha bisavó fazia xixi na cadeira, de tanto rir. Quando vi um filme do Fellini pela primeira vez, achei que era documentário.

A digníssima comprou duas almofadas de fuxico para nosso "living". Uma preta, outra lilás. E colamos o guardanapo do Festival da Tainha em nosso álbum de recordações.

Na outra encarnação, devo ter sido bicheiro.

P.S.: Não perca o artigo do Reinaldo Azevedo no Estadão de hoje. Só não gozei porque tinha gente em volta.

Sono tranquilo

Perozzi e o sono dos justos.

 

Perozzi, que bom saber que você ainda está bem. Fique tranqüilo, tenho certeza de que sua madrugada vai ser excelente.

 

Tainha em Praia Grande, você é popular demais para mim. Nem se fosse festival de camarão jumbo na champanhe eu iria para Praia Grande. E você vai pela prima mais velha da sardinha! Seu fuleiro do caralho!

 

Deve ter sido um comício da Heloísa Helena, não foi ?

 

Durma bem, se der. Oh, oh,oh.

 

Caso, lá pelas 3 da matina, a coisa esteja vai não vai, mas nunca vai, abra este blog e fique olhando para a foto abaixo, aí vai.

 

 

Se mesmo assim a coisa ficar entalada use o dedo indicado abaixo.

 

 

Festa de Babete

 

Sassaroli, estou bêbado, sim, mas desta vez não é de cerveja, nem de vinho. Eu e a digníssima fomos ao Festival da Tainha, em Praia Grande. Comi até ficar triste. Coisa de pobre, você não entende disso. Acho que exagerei um pouco, meu velho. Cheguei em casa há menos de uma hora e já estou no terceiro Eno.

Perdidos no fim-de-semana.

Perozzi entregue ao vício!

 

 

Perozzi, meu velho, onde você está? Bebeu muito no fim de semana? Estava em algum ônibus incendiado pelo PCC?

 

Dê sinal de vida! E, se não for o caso, manda pelo menos o vizinho avisar onde é o velório.

 

Abraço.

 

Sassa.

 

[ ver mensagens anteriores ]