Vim, vi e sumi.

Eu caçador de mim

Sumi, é verdade. Me perguntaram se era luto pela morte do Perozzi, afinal ele morreu duas vezes. Que nada, faço como em New Orleans, cabisbaixo na ida, festeiro na volta. Antes ele do que eu.

O fato é que é dezembro, metas precisam ser batidas. Logo, toca a gente trabalhar pesado, nem que seja só em dezembro. Meu deus trabalhou apenas em dezembro, bateu as metas da criação e coçou o saco divino pelo resto do ano. Ainda bem que ele não era um workaholic, afinal, se trabalhando só seis dias criou esse tutti-frutti infinito que é o universo, o que não teria feito trabalhando o ano todo?

Melhor contar logo, deus é o primeiro quintetiano, o original, o deus-pai ... de todos os quintetianos. Poder criar o todo mais certinho que se pode imaginar, tudo funcionando bem, tudo em equilíbrio, mães nascendo já alfabetizadas, filhos barrigudinhos, e cria um universo gonorréico como este? Só pode ser gozação, o camarada está se divertindo até hoje. Qual solução senão seguir o pai, o filho e o espírito santo? Todos quintetianos de primeira hora, é bota primeira hora nisso.

Minha bíblia começa assim: No princípio era deus, depois veio Sassa, ... 

Reforma Política

Toc, toc, toc

Aposto a cabeça do Perozzi (já morreu mesmo!) que esta turma da pesada vai fazer uma reforma política no capricho, sumppimpa mesmo. De toda a sopa retórica que vão produzir para esconder a garfada, um único ponto será de fato importante, vão abrir os cofres públicos para uma canalhice chamada Financiamento Público de Campanha.

No Brasil, a vida pública, já dizia o Barão de Itararé, é um extensão da privada. Tradução livre, leve e solta:

a) Ao povo a merda.

b) O povo à merda.

c) O povo na merda.

d) A merda no povo.

e) Dá tudo na mesma.

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