Sassa massacra mais um Call Center

Call Centers: Sassa não dá Refresco

Depois de semanas de silêncio, até cheguei a pensar que os Call Centers iam estar me esquecendo, mas que nada, eis que acaba de me ligar um corretor de imóveis (às oito da noite é muita cara de pau) para me oferecer um lançamento sei lá onde. Dica número um: nunca fale que não sabe onde fica a rua do lançamento, senão o desgraçado passa meia-hora explicando e você vai continuar não entendendo. O cara tinha aquela approach típico de corretor de imóveis de terceira.

- Prof. Sassaroli, tenho um lançamento maravilhoso na Vila Romana. Um excelente oportunidade de mudar para uma casa nova ou para investir. O que eu quero dizer? (de cada 10 frases, 5 eram essa) Que o Sr. não pode deixar esta oportunidade passar. Há dois tipos de planta... (só não falou a clássica frase do ramo: é uma galinha morta).

- Eu agradeço muito sua ligação, a oportunidade parece muito boa,  imperdível mesmo, mas, você sabe como é, a situação anda difícil e acho que agora estou sem condições.

- Mas o Sr. é empresário ou CLT? (CLT, digo) ... Então aí fica fácil pro Sr., o que eu quero dizer? Que o Sr. pode financiar em até 23 anos com a construtora ou com o banco. Foi isso mesmo que o Sr. entendeu, viiinnnteee trêssss anos. O que eu quero dizer? Que o Sr. não vai precisar desembolsar muito dinheiro até a entrega da obra.

- Puxa, parece realmente uma oportunidade ótima. Para falar a verdade, estou até precisando de um imóvel, pois moro hoje de aluguel... (e o bobo morde a isca e me interrompe)

- Ahhhhh. Tá vendo, seu sabia, quando começamos a falar, eu senti que este lançamento era pro Sr. O que eu quero dizer? Que cai como um luva para o Sr. A gente senta, conversa e acha uma forma de pagamento. O que eu quero dizer? Juntos a gente acha um jeito de financiar que encaixe nas suas possibilidades.

- Sem dúvida seria muito bom, mas acontece que eu venho de uma série de problemas de saúde na família já há uns três anos. Coisa muito séria, mas vai fazer o que né? De lá para cá, tive que vender meu apartamento, dois caros e uma kitchinete que eu tinha em Santos. (o termo kitchinete aqui é estratégico, quem ainda usa isso  nos dias de hoje?)

- Puxa, eu entendo, eu entendo, eu entendo. (Sassa, bota o pentelho de joelhos)

- Mas, felizmente, os problemas de saúde foram todos resolvidos, que é o que interessa, não é? Dinheiro se ganha outro, mas saúde só se tem uma.

- É verdade, é verdade, é verdade. ( o cretino já se imagina na minha pele, quanta desgraça. Será que isso pega? Melor desligar logo, contágio de uruca a caminho)

- Claro que foi muito duro passar por tudo isso, mas hoje estamos felizes com nossos entes queridos bem de saúde, ao nosso lado. Bem, meus planos são esses: eu acho que até o meio do ano que vem já vai dar para comprar um carro, financiado, usado, de uns cinco anos, mas acho que dá.

- Claro, claro, claro. Com certeza. (se peço um empréstimo o cara dá)

- Com fé e trabalho, e um pouco de sorte (como se vê, só tive sorte na vida ultimamente) em cinco anos acho que conseguirei juntar um dinheirinho para dar numa entradinha (diminutivo sentimentalóide é bater em cachorro morto nesta hora) de um apartamento. Éhhhhhhhhhhhh....acho que vai dar.

- Claro, olha foi uma prazer falar com o Sr., desejo muita sorte. O que quero dizer? Que os seus planos se realizem. Obrigado e boa noite. (só faltou dizer: mas eu não serei o trouxa que vai ficar esperando o Sr. juntar esta graninha).

 

Diplomacia do Ponto G

 

                                         

Companheiro, how deep is your "g" point?

Pensando bem...

Que Ministério a Marta Merece?

Convido todos a refletir um pouco sobre soluções para o problema do ego da Martinha. Ela precisa de um Ministério, ela é gente que faz! (quase sempre faz m...). Ela é gente que brilha! Enfim, ela é gente como a gente! (diria o pessoal da Ilha e do Castelo de Caras).

Alguns opções pro Lula pensar:

1) Ministério do Turismo - excelente opção, mas Lula tem que impor uma condição: precisa estar sempre viajando, de preferência para bem longe.

2) Ministério da Pesca - apropriadíssimo, como ela sempre defendeu que melhor que dar o peixe é ensinar a pescar, vai criar o Bolsa Vara. E aí teremos aquelas filas enormes pelo país todo. Você chega prum cara da fila e pegunta o que ele está fazendo ali e ele responde: estou aqui para levar a vara.

3) Ministério da Saúde - bacana (como se voltou a falar nos dias atuais), teremos a Secretaria da Medicina Feminina Estética e a criação do Bolsa Botox, cujos resultados serão necessariamente distorcidos.

4) Ministério da Cultura - arriscado, podemos acabar adotando o tango como manifestação da identidade nacional.

5) Ministério do Trabalho e Emprego - ótimo para ela, pois não dá trabalho, mas tem emprego.

6) Ministério das Relações Exteriores - na pinta! Porquê? Cara, quem consegue ter boas relações com um argentino, se dá bem com todo mundo.

Marta no Turismo

Marta pronta pro Turismo

Lula leva 6 meses para montar o ministério e, tudo indica, acabou escolhendo Marta e seu marido lobista internacional, o franco-argentino, para o Ministério do Turismo.

Este blog informa em primeira mão o primeiro projeto da Ministra: Operação Belezura Brasil.

Marta e o incrível prenúncio de um governo brochante em S.Paulo

Alguém se lembra desta senhora pintando muros no primeiro dia de seu governo em São Paulo? Como tudo nela é fake, terminou o mandato, depois do povo lhe dar o pé na bunda, nos presenteando com aquelas maravilhas que são os túneis Rebouças e Cidade Jardim.

Condi is Mine!

Minha Marta Argerich. Baba Perozzi, baba!!

Esse Perozzi é cara de pau à beça. Some por semanas do blog, nenhuma notícia, sequer um email com provas de vida. Aí reaparece do nada e já quer cobiçar a mulher do próximo. Vai te catar, pentelho!

Condoleezza é minha e ninguém tasca que eu vi primeiro. Nem tente que nosso caso é antigo, as provas estão aí abaixo.

                                   

O múltiplo Sassa com Condi. Tá pegando o canalha!

Aí liguei pra Condi na Colômbia para saber desta história do Perozzi. Ela caiu na gargalhada e me disse o seguinte:

- Maí dír, ai il senti a fôtô to difáini Perozzino. (si bilou dê bilao)

 

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