John Wayne

John Wayne: centenário de nascimento

Sou louco por westerns, especialmente os de Duke com John Ford, Henry Hathaway e Howard Hawks. O maior de todos para mim, absolutamente insuperável, é Rastros de Ódio (The Searchers). Aí vai um link de 100 motivos para se adorar John Wayne, escrito por Scott Eyman.

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/cox/2007/05/21/ult584u569.jhtm

Gautâmica 8 e Chega!

Precisão Acima de Tudo

Gautâmicas 7

Realizamos o Inimaginável

Gautâmicas 6

Executação Flexível de Projetos

Gautâmicas 5

Nosso Balanço Social

Gautâmicas 4

A luz no fim do Túnel da Construção Nacional

Gautâmicas 3

Soluções Inteligentes

Gautâmicas 2

Tecnologia de Ponta

Gautâmicas 1

Planejamento de Alto Nível

Juvenal diante das artimanhas da globalização

 

Paraí, que eu quero entender, Sassa. Porque eu não devo ter entendido. Porque, se entendi bem, o que aqueles pentelhinhos, pentelhos e pentelhões estão pensando é mais ou menos o seguinte. Tudo bem. Invasão é ilegal. Mas a legalidade que vá às favas. O capitalismo globalizado comeu tudo pelas beiradas, não sobrou nada, mesmo, a não ser um teatrinho institucional ridículo. Estrelando, o barbudo, no papel de presidente, coitado. Tudo palhaçada. Não tem lei, não tem governo, não tem democracia, não tem mais nada. Tem só mercado. É save-se quem puder. E querem que eu dê bola prá uma reintegração de posse rabiscada por não sei qual coadjuvante de toga? Ora, vão plantar batatas!!!

Ergo, invasão? Non sequitur, Sassa. Non sequitur!!! Ergo cruzar as pernas e ficar repetindo um mantra. Foi tudo pro buraco mesmo, não foi?

Juvenal Bustamante, não. Juvenal é um democrata lúcido e convicto. Quiçá socialista, por que não? Por isso mesmo, defende o azorrague legitimado por uma enxurrada de dinheiro público pagando a conta da miséria. Não cai na lábia do mercado. Sabe que o desemprego estrutural veio prá ficar. Mas também não dá moleza a vagabundo. Sou mais o Sarkozy: não tem emprego, a gente paga. Recicla, faz tudo nos conformes. Mas, se surgir emprego, tem que pegar. Se não pegar, apanha. Até ficar cru e tomar vergonha na cara.

Anauê, Sassa! A luta continua. Só que virou tele-catch.

Perguntar não ofende

Senador, já dá para ter um idéia do tamanho da encrenca?

Silas, Silas..

Senhor, rogái por nós

Quadrinha do Desgosto Popular

Silas Rondeau

Cifras Rondô

Silas Rombô

Cifras Robô

Silas Roedô

 

Nova Cultura do Conjunto Nacional

Pedro Hertz é Duca

Estive hoje na nova Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Só há uma coisa a dizer: embasbacante. Um grande presente para São Paulo. O projeto é lindo, três andares de livros, CDs e DVDs e no meio um vão livre com um pé direito de uns 15 metros. Um auditório e um café Viena no térreo, onde Sassa tomou um delicoso café na faixa, cortesia da Cultura.

Meu sentimento dentro daquele paraíso? Puts, preciso encomendar mais estantes para minha casa.

Perozzi, e Zeno que nós lê por bisbilhotice, que tal um almoço na sexta-feira por lá com uma visita em seguida? Eu pago o café e vocês o almoço.

Arca dos Malucos

A Arca da Era de Aquário

Perozzi, o Greenpeace está construindo uma nova arca de Noé para chamar a atenção para o aquecimento global do mundo (como disse um cara outro dia). Os caras são prá lá de bons nesse negócio de propaganda e marketing. Ok, logo fica pronto. Aí tive uma idéia. Que tal a gente escolher um número razoável de pessoas insuportáveis e fazê-las conviver nesta banheira verde por uns três anos? Quais seus candidatos? Os meus vão aí.

Os meus primeiros são os vagabundos que invadiram a reitoria da USP e os professores que assinaram o abaixo assinado, mais os três reitores incompetentes que acham que prestar contas ao povo é perder autonomia. Em um mês, os mestres do desvario meio-oitiano vão ver o que é bom para a tosse, fico imaginando os fascistinhas juvenis organizando assembléia para tudo e metendo o dedo na cara dos anciãos que pararam na década de 1970.

Milésimo Gol de Romário

Como diria o Pinto (aquele redator do Zeno que é do caralho), é precisar focar o target. Ontem, em São Januário (nosso primeiro santo nordestino), Romário fez o milésimo gol e já choveram propostas de novos contratos de publicidade. Tá todo mundo querendo tirar uma casquinha do feito do baixinho. Duas idéias de marquetingue chamaram a atenção, a proposta do fabricante do Denorex e da Federácion de la Industria del Paraguai (FI.EPA!).

No caso do Denorex, o reclame (e tempo bão!) será assim:

- Aí, mer irmão? Tá caspento seu lazarento? Então, usa Denorex, sacô? Denorex é como meus mil gols. Parece, mas não é.

Para a FI.EPA! também adiantamos com exclusividade o texto:

- Ô, maluco! Belê? Seguinte, você num acreditô nos meus mil gols? Porra, então tá regulando o quê, seu muca? Vai comprar no camelô da esquina que é tudo quente, pô! 

 

O Estado de Joelhos

Justiça e Estado em frente à Reitoria da USP

Depois de reunião com a reitora (cujo nome não merece ser citado), os falsos estudantes e o indefectível senador Bobão Babão por São Paulo, os vagabundos disseram que não saem e pronto! Legal, penso eu, agora vão ter o que merecem.

Aí aparece o Coronel da PM explicando que o problema da invasão é que eles podem destruir documentos importantes da reitoria, como processos, teses, etc. É isso, meu velho, estado e justiça curvam-se diante de 200 cretinos, aceitaram a chantagem e se ferraram. Não se negocia com esse tipo de gente. Bem que eu falei que primeiro se devia usar a força e depois negociar.

Perozzi, igualzinho quando estávamos na faculdade e o Alfonsin começou a negociar com aquele grupo de milicos amotinados, depois da primeira cedida, foi-se a virgindade, ele se desmoralizou e acabou tendo que terminar seu governo antes do prazo.

Silas Rodou

É a cara do Chaves, né, não?

Até tu, Franklin?

Sei lá o que faz uma pessoa como o Franklin assinar aquela joça. Deve haver algum incidentezinho pessoal ali no meio - amizade, vontade de marcar posição no lado oposto da rua, saco cheio da vida em geral, sei lá. Em todo caso, posso garantir que os efeitos foram desastrosos. Os pentelhinhos enfatizam o apoio do Franklin à exaustão. Se Jesus Cristo tivesse declarado apoio ao movimento, não seria tão citado.

Tudo bem... Na hora de dar uma sova no Franklin, o Juva mandaria a Lei às favas e usaria o bom-senso. Machadianamente, dar-lhe-ia um belíssimo piparote. A justiça de Juvenal, ao contrário dessa outra, não é cega. Tem um olho no gato, e outro no peixe. Não vive cagando regras. Dá o exemplo. Tenho dito.

P.S.: ao descobrir que a Justiça, além de cega, era sapata, Juvenal Bustamante não teve dúvidas - travestiu-se de Estátua da Liberdade e seduziu a mocinha. Já estando vendada, Juvenal teve apenas que amarrá-la à cama para dar início à sessão.

Francamente, Franklin!

Ben Franklin vai mal.

Juva, o que mais me impressionou foi ver a assinatura do Franklin no abaixo-assassinado de apoio à invasão da reitoria. Ok, estava lá a cafeteira filosófica, o louco do quartel de arantes e sua planta de estimação, o ortilhão, mais um porrada de porra louca desde antes do pecado original, mas ver o nome dele foi demais.

Quanto à invasão em si, acho que se tem mesmo que administrar bem as opções da negociação e do uso da força. Nestes casos, acho que se deve chamar um negociador experiente, calejado e colocá-lo num ônibus para São Luís do Maranhão. Em seguida, deve-se desce a borracha nesses fascistas canalhas. Com essa gente, primeiro se usa a força, depois se negocia.

São guerrilheiros do atraso, querendo infernizar a vida de todo mundo e desgastar politicamente os adversários. Pois eu acho que devíamos criar uma milícia dos defensores do bem público. Os vagabundos invadem locais públicos, a milícia se reúne vai lá e dá um últimato, ou parar de quebrar ou são quebrados. Não dá mais para a população pagar impostos para essa gente tirar vantagens de governantes bundões como esses que nós temos.

Fascistas, comunistas, guevaristas, fidelistas, maoistas e narcisistas só entendem a linguagem da força, que assim seja.

Puts, Juva, estou ficando pior que você.

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