Sibá, o marujo de primeira viagem

  

Telefones trocados?

O Senador Sibá Machado, corregedor do Senador, correu do caso Renan como o diabo da cruz, espurrou para lá o caso e nem quer saber dele. Uma nulidade? Não, claro, ele acaba de dar declarações dando lições de comportamento ao Deputado Clodovil, que teve um chilique e foi posto para fora de um avião da GOL. Declarou Sibá:

"Não cabe um comportamento como esse que desabona um parlamentar. É uma atitude individual e não reflete o comportamento da Casa".

Tem razão o senador, o comportamento da casa é diferente mesmo, os senadores vão de jatinho pago sabe-se lá deus por quem.

Brasílica

Cada um com seus pobrema!

Tá lá no UOL: Renan mantém sigilo sobre documentos e diz que deseja viver "calvário" sozinho.

- Ué, mas alguém se ofereceu para viver o cálvario ao lado dele?

- Bem, com aquela pesão, se ele abrir concorrência faz fila.

Juvenal também é cultura

 

Caro Sassa, Trilogia Analítica é um método terapêutico criado por Norberto Quepe (na foto, em pé), sargento da Aeronáutica nos tempos da Gloriosa. O método pretendia revolucionar a psicanálise, superando de vez o fenômeno conhecido como "resistência". A idéia é bastante simples. Ao invés de um único analista, Quepe preconizava o uso de três - daí o nome dado à técnica de análise. Um deles fazia as perguntinhas e os comentários. Caso suspeitasse de que o analisando estava "resistindo" ao tratamento, fazia um sinal e os outros dois entravam em ação. Um segurava, enquanto o outro batia. As resistências eram reduzidas a nada em pouco tempo. Caso o analisando resolvesse embarcar numa "transferência", e partisse pro pau, era "transferido" para a Oban. Sem frescuras. Ao final da sessão, ao invés de receber alta, o paciente normalmente dava baixa.

Trilogia Trilegal

Norberto Keppe ataca!!

Juva, você se lembra da Trilogia Analítica do Norberto Keppe? Na faculdade tinha um sujeito que começou a freqüentar as palestras dele e sumiu (seria o Zeno?). Juva, você saberia me definir o que é a Trilogia Analítica? Seria a terceira dimensão da ciência humana?

No princípio era a Monologia, o homem dialogava com si mesmo, estava distante da natureza, a segunda dimensão, e do ser maior, a terceira dimensão. Enfim, o homem era um louco que falava sozinho. O mundo era dos monólogos, sujeitos que estudavam a si mesmos e se procriavam pela masturbação.

No estágio intermediário da civilização, o homem dialogava com si mesmo e com a natureza, mas não com o ser superior. Eram os tempos dos cientistas malucos. O mundo era dominado pelos biólogos, sujeitos que estudavam a si mesmos e a natureza, e se procriavam através do sexo carnal.

No estágio superior da civilização, o homem dialogará com si mesmo, com a natureza e com o ser superior. Serão os tempos dos deuses astronautas. O mundo será dominado pelo trólogos, sujeitos que estudarão a si mesmos, a natureza e o ser supremo. E se procriarão in vitro veritas, pois serão todos uns brochas assumidos.

Djangology

Juva, já que o Serra amarelou, aí vão três link do Django arrasando a concorrência. Cauê!! (isso é anauê politicamente correto).

 

http://www.youtube.com/watch?v=tqGZ_sUbovk

http://www.youtube.com/watch?v=pIeCBw6wbUs&mode=related&search=

http://www.youtube.com/watch?v=K6nkHJQnEPs&mode=related&search=

 

Vida de Cachorro

Tia Yoko OMO

LONDRES, 30 maio 2007 (AFP) - A viúva de John Lennon, Yoko Ono, e o artista britânico Mark McGowan comeram nesta terça-feira um cão da raça corgi, a favorita da rainha Elizabeth II, para protestar contra a caça à raposa.

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Yoko Ono também achou "um pouco estranho" o pedaço que comeu do animal, disse McGowan.

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Sassa comenta:que alívio!, ela achou estranho o pedaço , já ser de cachorro... Ué não é chinês que come cachorro? Já sei, ela virou maoísta e tá comendo animais burgueses.

Juva, não é o caso de colocá-la de reitora da USP?

Pro falar em Django...

Para vocês não pensarem que Juvenal é só espinhos... Meu sonho de consumo é entrar no túnel do tempo e fumar um Gauloise num barzinho bem penumbroso de Paris ouvindo um solo do Django Reinhardt.

Django & Djuvenal

 

O tema dos westerns é sempre hobbesiano: o uso legítimo da força (salve, salve!!!) tentando pôr fim à luta de todos contra todos. Ou de bandos contra bandos, que é pior ainda. Juvenal, como Sassa, vibra a cada cena, mas por motivos diferentes. Sassa é mais coração. Tem saudades do cheiro de curral, do café no bule, da palavra empenhada no fio do bigode, e coisas que tais. Juvenal é só razão. Como John Wayne, não chora (se excetuarmos alguns pequenos desvios de conduta durante a audição de certos CDs). Mas fica alegre feito uma criança quando vê a justiça sem babados, chicanas e salamaleques. No Velho Oeste ninguém vinha com essa babaquice de reeducar preso. O que faz o xerifão dos Imperdoáveis? Tenta reeducar o bandido? Não. Dá-lhe uma belíssica surra pública, para todos verem, ficarem cagando de medo e desistirem de fazer fora do penico. Morra, Django! Na forca, em praça pública, feito galinha destroncada. E anauê, antes que eu me esqueça.

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