A vida como ela é

Madeleine Knorr

 Sassa explica: as vezes só se chega à netinha passando por cima da vovó.

Mulheres do outro mundo

Algo de estranho no reino da Suécia

No UOLONLIE de hoje, temos a história da ex-excutiva Eva Birath que aos 51 anos decidiu mudar de vida e cuidar do corpo, com certo exagero, eu diria.

                       

Pois é, e virou sonho de consumo dos enfermeiros do Fleury. Afinal, quem não pega essa veiazinhas?

As musas de Sassa

A mulher de joelhos, na foto, é Dorothy Knorr, que fez papel de cafetina em diversos westerns estrelados por John Wayne. Sassa conheceu-a em San Diego, quando a venerável granny já havia optado por seguir carreira na vida real. O casamento estava marcado, mas o FBI pegou nosso amigo com a boca na botija, recepcionando um grupo de meninas no aeroporto. Conhecedora do ofício e das preferências presidenciais, Dorothy chegou a ficar de joelhos diante de Bill Clinton (FOTO), pedindo que a sentença de extradição fosse revista. O voraz presidente concedeu diversas entrevistas à nobra dama no Salão Oval da Casa Branca, mas no final teve que se curvar à intransigência dos republicanos, que exigiam que o ex-colaborador de Fidel saísse do país.

Sassa e seus amigos suspeitos

Sassa e sua nova criação: a prisão prêt-à-porter

-          Alô, cé dela méson de laretê do principe reniê?

-          Ui, messiê

-          Silvuplê, transferê pra céla do Salvatorê, dãnlê pavion novê

-          Biãsir

-          Alô

-          Alô, Salvatore?

-          Sassa, por onde você anda, meu velho?

-          Bem, Caxa, eu ando por onde me dá vontade e v?

-          Puts, Sassa, não sacaneia, caralho, isso aqui está ficando sério para mim.

-          PQP, Caxa, cumé que você me vai sair da Itália, o que deu na sua Cacciola?

-          Sassa, preciso confessar uma coisa. Sou viciado numa jogatina.

-          Sério?

-          Pois é, daí que não me segurei e dei uma chegadinha aqui prum poquerzinho.

-          Ó, fica frio, que isso não vai dar em nada. Tô ligando para dar aquele abraço no amigo.

-          Ô, Sassa, grazê. Já te falei isso várias vezes, mas não custa repetir: mais amigo que você só mesmo o Banco Central.

-          Nadequê, meu velho. Bem, como não tô no skype, queria saber só mais uma coisinha: pra onde vai o dólar no Brasil?

-     Tú, tú, tú, tú

A Vale valeu?

Números doem pra cachorro

Parece incrível, mas boa parte de nossa esquerda continua defendendo estatais e o plebiscito sobre a privatização da Vale do Rio Doce, aí vai um trecho do artigo do Eduardo GraefF na Folha de ontem:

"Melhor ainda juntar o proveito político do reflexo condicionado antiprivatização com o proveito econômico da Vale privatizada. Recorde de investimento: US$ 44,6 bilhões nos últimos seis anos contra US$ 24 bilhões nos 54 anos anteriores. Recorde de produção: 300 milhões de toneladas de minério neste ano contra média anual de 35 milhões da Vale estatal. Recorde de emprego: 56 mil empregos diretos hoje contra 11 mil há dez anos. Recorde de exportações: quase US$ 10 bilhões em 2006 contra US$ 3 bilhões em 1997, garantindo mais de um quarto do saldo da balança comercial "deste país".
A Vale não é exceção. Da Embraer à telefonia, passando pela siderurgia e petroquímica, o desempenho de quase todas as empresas privatizadas é uma história de sucesso em benefício de seus compradores e empregados e do país.
A isso o estatista contrapõe números que são, eles sim, fraude grosseira: a comparação dos US$ 3 bilhões pelos quais a União vendeu 42% de suas ações ordinárias da Vale em 1997 com os US$ 50 bilhões que a Vale inteira valeria hoje, depois de toda a expansão possibilitada pela privatização."

Seguramente, fosse a Vale uma estatal, estaríamos falando hoje  sobre algum esquema montado lá dentro por políticos (o partido é um detalhe tão importante quanto a cor da cueca) para irrigar seus caixas.

Bem, o que se pode esperar de um movimento capitaneado pela nossa inacreditável Teologia da Libertação? Com Frei Beto, um especialista em empresas produtivas, à frente.

Pedro Lara Cover

     

Pedro de Lara deixa herdeiro

A pedido do Pinto,aqui vai a primeira sugestão deste blog para a vaga do grande Pedro de Lara. Em tudo são iguais, até na vêemencia, como se pode conferir nos vídeos abaixo.

Pedro de Lara

 

Babá

As Vênus de Sassa

Yolanda Barrios, também conhecida como La Hambrienta Insaciable de Havana Vieja. Ou talvez fosse La Vieja Insaciable de Havana Hambrienta, não me lembro bem. Sassa conheceu-a quando fazia treinamento para guerrilha na selva, antes de se vender ao capitalismo monopolista internacional. Yolanda colaborava com o exército, fazendo papel de oncinha. Foi amante de Pablo Milanez, que lhe dedicou uma música com seu nome, e de José Dirceu, de quem Sassa se ressente até hoje.

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