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      Ó do Borogodó

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Dina Inah, eu te amo!!!!

Atrás de um cemitério. Os banquinhos deixam a bunda em pandarecos. Só o banheiro bastaria para fazer jus ao nome do boteco. A entrada é de puteiro, e logo ao lado tem um, de luxo e de verdade. (A digníssima chegou de táxi e o motorista perguntou, incrédulo, se ela tinha certeza de que o endereço era aquele.) Mesmo assim, é divino, supremo, único, absoluto. Dona Inah tem a voz do Nelson Cavaquinho e manda um samba de levantar defunto. Músico mediano, naquela roda, se intimida. Cada freguês é um espetáculo à parte. Ao nosso lado, uma argentina beijocava uma alemazinha, e ambas eram disputadas por um japoronga assanhado e muito bom de samba. Uma nega sessentona, mais bêbada do que eu, estava dançando sozinha entre as mesas (ou recebendo uma entidade, não sei...), quando um moço alto, de faixa vermelha na cabeça e camisa com estampa à la Vasarely, tirou-a prá dançar. Deram um show. E música, música, música da melhor qualidade rolando solta, no meio da madrugada de uma terça-feira. É o Ó do Borogodó, e - por que não dizê-lo? - o cu do curucucu. Noventa por cento da humanidade acharia aquilo abominável, eu sei, mas a verdade é que eu também acho noventa por cento da humanidade abominável, e neste blog mando eu. Daí os versinhos abaixo, em justa homenagem.

Terça-feira, não dá outra: é o Ó do Borogodó!!!!

Rua Horácio Lane, 21 (Pinheiros) (11) 3814-4087

Show "Vexame na Brasa"

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Meu consciente é fino e sofisticado, Sassaroli, mas meu inconsciente, você bem sabe, é completamente brega. Assim, movido pelas formidáveis forças ocultas que trago dentro do peito, fui assistir ao show da Banda Vexame. Meu intelecto não gostou. As piadas são as mesmas, as músicas são quase as mesmas e, onde eles resolveram modificar, erraram feio. Daí a nota sofrível que ponderadamente dei ao espetáculo.

Mas não se engane, Sassaroli. Inconsciente não pondera, exige. Seu amigo, no fundo, adorou ouvir pela undécima vez a Maralu Menezes (Marisa Orth) e o Malcon Ewerson (Pazetto) cantando "Siga seu rumo", que tem aquele arremate imortal:

Esqueça de mim

Porque para esquecer

Você tem experiência

Adorei também cantar junto com a banda "Mon amour, meu bem, ma femme", de Reginaldo Rossi, com suas rimas, já não diria ricas, mas biliardárias:

E nada existe em você que eu não ame

Para mim você é tudo

Mon amour, meu bem, ma femme

Nota um pro show, portanto, e nota menos um para mim, que gostei tanto.


Deixo-o com um chiste recolhido no espetáculo. Sabe qual é a semelhança entre uma cobertura em Cubatão e o 69, Sassaroli? É que, nos dois casos, a vista é um cu.

Arrivederci, caro mio. Stai bene.

Pernacchia!

Cármen Miranda

Se precisasse mais, eu citaria o jeitinho de ela cantar "Me Respeite, Ouviu?", com Mário Reis, ou qualquer música do Assis Valente, ou aquelas famosíssimas que ela carimbou no nosso ouvido, como "Isto é lá com Santo Antônio". Mas não precisa, não. Olhe aí embaixo:

 

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